quarta-feira, 1 de outubro de 2008

ATENÇÃO MOÇAS!

© Theodor38 / Dreamstime.com
Querem ser financeiramente independentes, profissionais de sucesso e, mais tarde, ter filhos? Cuidado! Não se esqueçam de que vocês não são homens.
Ultimamente, tem saído na mídia estatísticas que parecem ser da “Síntese de Indicadores Sociais 2008” que deve estar por sair. Fui ao portal do IBGE e encontrei apenas a síntese anterior (2006). Mas pelo que já foi publicado, vemos que: aumenta o número de jovens casais sem filhos — provavelmente, por razões econômicas —, aumenta o número de divórcios e, dentre os divorciados, muito mais homens do que mulheres se casam novamente.
Sei que piso em terreno minado, todavia, prossigo.
“Amor e desejo existem para perpetuar a espécie”. “O que nos atrai no sexo oposto são indícios instintivamente percebidos de que o indivíduo pode gerar ou criar os filhos que nossa natureza quer ter.” É por isso que, depois dos quarenta anos, quando a fertilidade da mulher decai abruptamente e a do homem não, é muito mais difícil para a mulher voltar a se casar.
Lembre-se de que “amor e desejo existem para perpetuar a espécie”. “Nossa natureza não conhece o planejamento familiar. Jovens que não procriam geralmente se separam. O amor que os une enfraquece para que tentem se reproduzir com outros parceiros. Eu diria que é arriscado retardar a vinda dos filhos por mais de três ou quatro anos.” “Ter filhos solidifica a união dos casais”.
Moça, se você e seu marido estão apostando em suas carreiras profissionais e postergando a vinda dos filhos, pense bem, quanto mais tempo passar, maior é a probabilidade de você ficar sozinha e vê-lo se casar e ter filhos.

Os textos entre aspas foram extraídos de “Dá trabalho ser feliz, mas vale a pena”.

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20 comentários:

maria angélica disse...

Flávio, acho que vc foi um tanto machista neste seu texto. As mulheres não voltam a se casar depois do divórcio, pq elas são fortes o suficiente pra viverem sozinhas. Os homens vão precisar de uma "mãe" eternamente.
Segundo: casais sem filhos têm maior probabilidade de serem felizes; muitas brigas e discussões se devem à decisão de como criar os filhos, quanto isto vai onerar nas finanças da casa...
Terceiro:
Hoje em dia há lubrificantes para mulheres pós-menopausa, pq ainda existe o desejo sexual depois da fase de procriação. Muitas avós se tornaram mães e criam netos e filhos juntos.
Estou sendo bem sucinta, m as caso vc discorde ou eu precise citar as fontes, é spo pedir que me estendo mais no assunto.
nem tudo é genética, nem tudo vem dos ancestrais primatas. Nós evoluímos e evoluiremos .
Abraços.

Flávio Franklin disse...

Angélica,
eu sabia que pisava em terreno minado, os conceitos darwinistas são controversos. Não acho que tenha sido machista, apenas alertei as moças para realidades que lhes são desfavoráveis. É inegável, e estatisticamente provado, que os homens maduros têm mais facilidade para se casarem que as mulheres maduras. Não é questão de procurarem uma nova mãe, até porque, normalmente, escolhem mulheres bem mais jovens do que eles. Concordo que as “mulheres são fortes o suficiente para viverem sozinhas”, mas isso não significa que elas não queiram um companheiro, a maioria quer. Eu não disse que as mulheres pós-menopausa não tenham desejo sexual, disse apenas que os homens se sentem mais atraídos pelas mais jovens, o que é inegável. Também concordo que nem tudo seja genético, nem tudo venha dos ancestrais primatas, mas desejo sexual, emoções e sentimentos, em grande parte, vêm.
Um abraço.

Letícia disse...

Eu não quero ter filhos tenho pavor dessa idéia quem quiser sofrer que os tenha!

Hypatia disse...

Homem sente desejo só por mulheres mais jovens? Está assim de rapazinho novo que adora mulher mais velha. Eu tenho 30 anos e já levei cantada de rapaz de 18, 20 anos.

Nós não somos mais animais irracionais. Amor e desejo pode ter servido pra perpetuar a espécie no passado, mas hoje em dia não precisamos mais disso. Podemos nos unir a uma pessoa porque faz bem. E separar porque o relacionamento não vale mais a pena.

Cuidado com o determinismo. O ser humano é muito mais complexo que isso.

Maria Angélica disse...

Também não acho que eles sejam o pré-requisito para a felicidade individual ou do casal. Tenho duas filhas adultas. Confesso que queria até ter mais filhos, se nós pudéssemos "bancar". Mas as minhas meninas não pensam nisso .
E, depois da realização profissional, e vendo o mundo como está, não sei se ainda vão pensar.
Por outro lado, minhas cachorrinhas tiveram que cruzar pelo menos uma vez - e dar cria- pra evitar câncer de útero ou cisto de ovário. Se foram felizes com ou sem a cria, não sei. Comigo ainda são.

Flávio Franklin disse...

Queridas Letícia, Hypatia e Maria Angélica,
primeiramente gostaria de agradecer a atenção de vocês que, além de lerem, se dignaram a contribuir com suas opiniões e experiências de vida.

Letícia,
todos os meus leitore(a)s — com filhos — que se manifestaram sobre esta afirmação, concordaram: “Embora a felicidade seja influenciada pelos prazeres e infortúnios cotidianos, ela transcende a eles. Filhos causam preocupação, dão trabalho, custam caro e restringem nossa liberdade. Ainda assim nos fazem felizes.” Em minha opinião, apesar dos muitos problemas que acarretam, os filhos nos dão uma felicidade “visceral” que não pode ser compreendida por quem não os têm.

Hypatia,
você é jovem (em idade fértil), acho natural que leve cantada de rapazes de 18, 20 anos. Tanto no texto do blog, quanto respondendo à Maria Angélica, eu me referia a homens maduros, dizendo ser inegável que aos 60 anos, por exemplo, se sintam mais atraídos por jovens de 30, como você, do que por mulheres de 60, como eles.

Maria Angélica,
vendo este mundo moderno povoado de violências e dificuldades econômicas, acho muito natural que a juventude hesite em ter filhos, mas você, que os teve, sabe que sua vida teria sido muito menos completa sem suas duas filhas.

Mary disse...

uMA DÚVIDA:

Você disse:
“Amor e desejo existem para perpetuar a espécie”. “O que nos atrai no sexo oposto são indícios instintivamente percebidos de que o indivíduo pode gerar ou criar os filhos que nossa natureza quer ter.”


Então, como ele explica o fato de que eu sinto nojo de homens férteis e procriadores e sou atraída pelos estéreis?

Já namorei 1 cara feio de dar dó só porque soube que ele era estéril!

PS: odeio crianças e homens que querem ter filhos. E quanto ao casamento, eis minha opinião: esta é a única forma de escravidão permitida pela atual legislação, então, tô fora!!!

Renato Gaudério disse...

As mulheres e homens são seres muito mais complexos do que o texto sugere.

Fazer filho é uma questão de opção, mas fazer por "necessidade" não há nenhuma evidência científica séria nesse sentido.

Paulo disse...

Quando um médico diz que a temperatura do corpo de um ser humano é 36,5ºC essa é uma idealização. Nenhum ser humano permanece o dia inteiro a exatos 36,5ºC.

Se o leitor medir sua temperatura agora é provável que esteja um pouco menos ou mais que 36,5ºC, mas o leitor não precisa se sentir doente por causa disso.

O mesmo raciocínio se aplica às acertadíssimas colocações comportamentais que o Flávio faz.

Ele aponta médias estatísticas de comportamento. Sempre vai haver variações individuais de comportamento de uma pessoa para outra, como há de temperatura, mas que não invalidam a média.

Tildas disse...

Fundamental o comentário do Paulo para que o que o Flávio aponta não fique parecendo pobre, reduzido. Aliás o livro parte do pressuposto que conhecendo nossa natureza primitiva (através da psicologia evolucionista)é possível dar o rumo que consideramos melhor para as nossas vidas e portanto fonte de felicidade.

Tildas

Letícia disse...

Eu até entendo você achar que ser pai é bom afinal um pai não carrega na barriga,não ganha estrias,celulites,não tem depressão pós parto,não perde o emprego,não é tão cobrado,não sofre as dores do parto e a hora que decide trocar a mulher por uma jovem de 20 anos quem vai criar o filho sozinha é a mulher.
Pra mim só um maluco coloca filho nesse mundo com tanta pedofilia, violência...etc.
Não é preciso ter filhos pra saber que é ruim é só ver quem os tem,a maioria das pessoas que conheço se pudessem voltar atrás não teriam tido filhos.
Minha própria mãe fala pra eu não ter filhos se quiser ter sossego na vida(e olha que nós não demos trabalho pra ela)e por ai.

Anônimo disse...

Além de machista você se baseou em dados que ainda nem sairam. Tenho 23 anos e não quero ter filhos. Tanto que já sou operada para tal. Casar é um plano que não tenho, e só desejo a troco de algo que provavelmente eu não terei, logo não quero.
Realmente um homem de 60 anos vai querer uma mulher mais jovem. Mas uma mulher divorciada de 40 anos sem filhos tem muito mais chance de voltar a ter um relacionamento. Além disso, homens atualmente se tornam cada vez mais dispensáveis e mulheres cada vez mais independentes. É incrivel como pseudo escritores leem 3 linhas de dados e acham que entendem o mundo.

Caprice disse...

Muito pertinente o comentário do Paulo qando afirma que o texto refere-se à média da população.
Como sempre, não se pode generalizar.Apesar da maioria das pessoas não conceber uma vida realizada sem filhos, eu e uma minoria não concebemos uma vida realizada com eles.

Eu sou feliz e me realizo de formas diferentes, que não vem com o "pacote" casamento e filhos.
Amo meu trabalho, amo ter tempo de estudar tudo o que me interessa e amo poder viajar uma vez por ano para conhecer o mundo. Não gosto de depender de ninguém e também não gosto de ter alguém dependendo de mim.Certamente, para alguém com a minha personalidade, filhos seriam limitadores demais para me permitir concretizar o que me dá satisfação.

Cada um é feliz de uma forma.
As pessoas não são iguais, existindo variações de comportamentos e desejos. Nem todos acham que a procriação é necessidade ou realizam-se desta forma.

Algumas pessoas chocam-se com o estado caótico do país e do mundo e não conseguem conceber a idéia de colocar alguém para viver num mundo como este. Outros não querem filhos porque têm outros planos que não contemplam crianças. E outros ainda não têm maturidade ou condições emocionais para colocar um filho no mundo. Todas essas questões são válidas e eu penso que é mais importante não se ter filhos se não os deseja do que tê-los apenas para satisfazer o cônjuge ou as pressões sociais. Nada pior do que um pai ou mãe que não desejou o filho e o rejeita.
É preciso ter auto-conhecimento e sabedoria suficientes para refletir se realmente está preparado para o grande desafio de se ter um filho. Não basta colocar no mundo, é preciso amar e educar, o que dá trabalho e certamente não é pra qualquer um.

De qualquer forma, o que importa é respeitar que cada um é um e que o que é bom para alguém não é necessariamente bom para o outro.

Flávio Franklin disse...

Caprice,
muito bom seu comentário, complementa maravilhosamente o do Paulo. Quando lancei esse tema de forma provocativa, imaginei que houvesse repercussões, como houve. Todavia, fiquei entusiasmado com o alto nível das reflexões como a sua. Espero que vocês continuem acompanhando este blog, enriquecendo-o com suas experiências.
Aproveito a oportunidade para agradecer a todos que contribuíram até agora.

Marcia disse...

Conheco muitas mulheres separadas de meia idade, e realmente seus ex-maridos estão todos casados e elas não. Isso é um fato.
Mas quando você conversa com elas, percebe que a maioria delas não quer se casar novamente... muitas namoram sério, outras ficam sem compromisso, mas casamento não querem mais.

Já os homens, estão casados com mulheres um pouco mais novas e com filhos pequenos.

Na boa? Elas me parecem bem mais felizes. Tem tempo e dinheiro para si mesmas, para voltar a estudar e viajar.
E eles estao presos na mesma vida rotineira que reclamavam do primeiro casamento, atolados em dividas e cuidando de crianca pequena.

Por outro lado, vejo os casais jovens com filhos.
Tenho um casal de cunhados +/- da mesma idade q eu e meu marido. Temos tb +/- a mesma renda familiar.
E estamos casados tb +/- ao mesmo tempo.
A diferenca: eles tem 2 filhos pequenos e nos nenhum.

Quando conversamos com eles, a moca que adorava ir pra balada nao consegue ir ao cinema ha 2 anos.
O moco que adorava jogar jogos no computador mal tem tempo de fazer qlqr coisa alem de trabalhar, pq tem q fazer muitas horas extrar pra pagar a baba.
Eles nao tem tempo de conversar, de sair, de passar um tempo juntos como casal.
Cheios de divida, abriram mao de seus sonhos para ter uma familia padrao "papai mamae, casal de filhos, carro e cachorro".

Ate que ponto isso é felicidade?
Recompensador eu acredito que possa ser, pq pra quem tá no buraco, qlqr coisa boa que aparecer é lucro.
Passear no parquinho parece legal se vc nao sai pra nada.
Assistir 50 vezes o mesmo desenho no dvd parece legal se faz meses q vc nao ve um filme de verdade.
Ter uma crianca dormindo entre vc e seu marido na cama aprece bom qndo a outra opcao eh acordar a cada 2 horas de madrugada e ir trabalhar feito zumbi.

Qndo vejo meus cunhados, tenho mais certeza de q ter filhos nao eh pra qlqr um, e muito menos eh sinonimo de felicidade.
E eles se dizem muito felizes, vai entender.

Tem uma mulher onde trabalho, 50 anos, casada e sem filhos (engracado que aqui so é casado quem nao tem filhos, os com filhos sao todos separados).
Ela diz que quando tinha 30 e poucos sofria muita pressao para ter filhos, todo mundo cobrava. E nunca aconteceu dela engravidar.
Ela diz que nunca sentiu falta de filhos na vida dela, e que percebeu que o tempo q ela tentou nao foi por ela e sim pelos outros, para ser igual, para seguir um padrao.
E diz que foi a melhor coisa na vida dela nao ter acontecido. Pois hoje ela e marido sao muito felizes. E ela é super calma, apesar do trabalho estressante que ela tem.

Eu observo as pessoas com filhos, e o que eu vejo (com rarissimas excecoes) eh isso:
sonhos adiados, dividas, dor de cabeca, stress, arrependimentos mil.

Principalmente entre as mulheres. Elas abrem mao de melhorar trabalhos por causa dos filhos, e se sentem culpadas.
Mas tb se sentem culpadas por trabalhar e nao estar com os filhos.
É culpa atrás de culpa.

Pra homem realmente é mais facil, sao poucos os que se comprometem de verdade. A maioria, principalmente os separados, vivem sua antiga vida de solteiro.

Os casados, sao pais por algumas horas por dia e um pouquinho no fim de semana. Raramente vc ve um homem sair mais cedo do trabalho pra levar o filho no medico, ou passa noites pensando se a baba esta tratando a crianca bem, ou abre o caderno do filho e checa as licoes.

Eu tiro o chapeu pra qm eh pai de verdade, pq realmente nao eh facil, a maioria se acomoda e joga tudo pra cima da mulher.

Entao, pra terminar, antes de falar pras moças terem filhos mais cedo, verifique se é assim tão facil. E se vale tanto a pena assim, abrir mao de sua carreira, sua juventude...

E tb pense se a culpa nao é dos homens, que pouco ajudam e a mulher que quer ter filhos tem que esperar ser auto suficiente para poder dar conta de tudo.

Flávio Franklin disse...

Márcia,
agradeço por sua participação — atenciosa e pertinente — destacando como são pesados os encargos com os filhos, principalmente, para as mães. Preciosa a observação sobre o casal de cunhados seus que têm idade e renda familiar equivalentes aos vossos mas, como têm dois filhos, lhes falta tempo e dinheiro até para prazeres banais, como passar algum tempo jogando no computador ou ir cinema e, paradoxalmente, “se dizem muito felizes, vai entender”.
São enigmas como esse que a psicologia evolucionista explica. Foi isso que me entusiasmou a estudá-la e passar anos coletando e analisando casos que resultaram no livro que escrevi. Quis partilhar com outros o que aprendi e me foi, está sendo, tão útil.

Maria Angélica disse...

Flávio, leia com mais atenção o texto da Márcia - muito bom, por sinal - que vc vai ver a ironia do "eles são felizes, vai entender";
Só pra acrescentar (e juro que nem toco mais neste assunto!): Se eu voltasse 32 anos no tempo, mesmo amando meu marido, não ia casar, nem ter filhos. Acho que seria imensamente mais realizada no trabalho e emocionalmente.

Flávio Franklin disse...

Maria Angélica,
eu li com atenção o texto da Márcia e adorei seu depoimento, honesto e consistente. Ela pode ironizar achando um absurdo os cunhados se dizerem felizes, mas eu acredito na sinceridade deles; como acredito que os alpinistas que escalam o Everest passando frio, fome e exaustão, sejam mais felizes do que aqueles que simplesmente assistem tevê, jogam no computador ou vão para a balada. Criar filhos é a mais nobre tarefa da humanidade, se nossos pais não nos tivessem criado, nós não estaríamos curtindo a vida. Animais têm filhos porque sentem desejo sexual e não têm consciência das conseqüências. Nós sabemos todo ônus que os filhos acarretam e temos métodos anticoncepcionais eficientes, se não houvesse uma força muito grande nos fazendo criar filhos, a espécie humana já teria sido extinta. Que força é essa? Pressão social? Claro que não, os costumes mudam, não posso crer que a existência da humanidade dependa da caretice da “família padrão papai, mamãe, casal de filhos, carro e cachorro". Tem que ser uma força inconsciente maior que nosso desejo consciente de conforto e diversão. Chamem do que quiserem, eu a chamo, simplesmente, de felicidade.

Ana Maria Miquelin disse...

Flàvio, me diverti muito com isso que vocè escreveu. Infelizmente (para nòs mulheres),tenho que concordar. Se a gente colocar um homem de 42 anos ao lado de uma mulher de 42 anos, dificilmente teremos um casal bonito e que combine. Geralmente o homem vai parecer mais jovem, a menos que a mulher for daquelas que se cuidem muito, o que por sorte è o caso da minha geraçào. E està acontedendo algo interessante, as mulheres estào ficando inteligentes e alèm de cuidar do corpo, tem uma mente muito interessante devido à experiencia adquirida, sào muito sensuais e intrigantes. Com isso estamos passando a perna nos homens e conquistando-os independente da idade. Acordamos finalmente.

Flávio Franklin disse...

Ana Maria,
realmente, o exercício da inteligência aumenta o poder de sedução da mulher moderna.